Queria eu saber esquadrinhar a vida
Visualizar
claramente todas as suas curvas, entornos e depressões
Conhecer
todos os seus caminhos
Entender
seu destino
Distinguir
início, meio e fim
Mas
eu não sei.
São
perguntas que martelam minha cabeça
As
vezes forte
Causando
dor e cansaço
As
vezes tão leve
Que
quase imperceptível
E
no fim das contas
Não
há resposta para nenhuma delas
Tudo
o que consigo abstrair é este vazio
Deixado
por alguém que nunca esteve aqui
Na
minha eterna utopia do amor eu nunca fui amada
E
é esta mesma utopia
Que
me faz levantar todos os dias e desejar ardentemente pela vida
Na
esperança de um dia encontrar o responsável por este vazio e dizer/;
Como
você demorou!
Dar
um abraço apertado
E
viver minha fantasia real.
14
out 2016
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