E ele aparece...
Sem avisar!
Entra sem pedir licença e se acomoda
Como se já fizesse parte
E completa
E machuca
E conforta
E maltrata
E se não cuidarmos, mata!
Mas não rapidamente.
Antes fosse!
Primeiro ilude
E nos faz viajar
Ir à lugares inimagináveis.
Logo vicia,
E já não é o suficiente.
E clamamos por um som
E choramos por um toque
E ardemos em pensar....
E então:
Nada.
Quebramos em pedacinhos
E nada no mundo nos remonta
E nada no mundo nos satisfaz
E tudo o que nos resta é dor,
Vazio,
Aperto,
E um silêncio desesperador!
É quando nos damos conta de que morremos.
E nem isso é alívio!
Escrito em 23/01/2014
Nenhum comentário:
Postar um comentário